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Não é exactamente o meatless dinner mais criativo de sempre, no que toca aos ingredientes. Mas é o de certo o meatless dinner mais giro de todos. O post de hoje vai direitinho para os mandolina-aholics que andam por aí.

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Há um montão de tempo que ando a namorar uma mandolina, uma específica, a da Börner. Comprei uma provisória no Continente, baratinha, mas aquela… aquela é que eu queria mesmo. Aproveitei a demonstração que estava a decorrer no Gaiashopping (até dia 4 de Outubro), vi tudo o que ela fazia, fiquei ainda mais fascinada. O pai, perante o meu ar “basbaque” a olhar para a mandolina, comprou-me! (sou uma mimada)

Logo, tinha que experimentar o meu novo brinquedo de uma forma única e diferente daquilo que vi na demonstração e daquela que estamos habitaudos. E a primeira coisa que me veio à cabeça foi: esparguete! E esperem lá, transformar legumes em esparguete, não é ideia de agora. Se isto funcionar, esqueço o spiralizer de vez. 

Não tem nada que saber: pegar na peça de picar fininho, colocar o legume na longitudinal e cá vai disto.

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Como um post sobre laminar legumes bem fininhos não tem assim tanta piada, resolvi complementar os meus veggie-noodles com um molho de tomate mais saudável. Quem se lembra daquele que fiz no forno? Na altura falei que existiam duas formas de fazer o molho de tomate caseiro mais saudável: uma era assando os legumes no forno e triturar no fim, outra era triturar tudo no início e deixar a apurar. Não triturei, mas piquei tudo muito fininho na mandolina (um dedo incluído, auch!)

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Quanto aos veggie-noodles, coloquei noutra frigideira/sertã pincelada de azeite para suarem e amolecerem.

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Misturei um pouco de esparguete integral para complementar e servi com ervilhas e brócolos. 

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A L. adorou que eu tivesse transformado curgete e cenoura em massa. Acho que ela seria muito mais feliz se toda a comida pudesse ser convertida em alguma forma de massa. Vou pensar nisso…

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